Representatividade nas Olimpiadas 2016

by - 19:43

Olá minhas Divas e Divos, tudo bem?

Primeiramente vou explicar um pouquinho sobre o porque não fiz um post sobre as Olimpiadas. Eu dei uma explicação básica no Snapchat, mas como nem todo mundo me segue por lá, lá vai...
 Eu tava querendo fazer um post sobre os uniformes dos atletas. Achei muito lindo, como cada país expressou sua cultura através dos uniformes que usaram. Estavam liindos, todos eles. Aliás, todo o evento foi lindo, mas gostei dessa parte em especial.
 Dai, fui procurar imagens dos tais uniformes, e foi aí que veio a decepção. Ta todo mundo falando de Brasil, Estados Unidos, Canadá, e etc. Mas não encontrei fotos dos atletas Africanos, nem Árabes, ou da equipe de refugiados. E sinceramente, o que foi mais lindo, foi vê-los com seus trajes típicos. Por essa razão me desanimei. 


  Mas hoje, resolvi falar sobre outra coisa linda que vi na abertura das Olimpiadas: A Representatividade! 
  Cá entre nós, foi uma sambada na cara dos racistas ter como estrelas da abertura : Elza Soares, Gilberto Gil, Ludmilla, Karol Conká e Mc Soffia. Já os homofóbicos/Transfóbicos engoliram à seco as lindas mulheres trans desfilando em suas bicicletas.  Foi um tombamento só!
  Além disso, a Rio 2016 tem a maior porcentagem de mulheres atletas da história, mais de 45%. Todos os olhares para as nossas maravilhosas. Reverencias à elas, desde à pequena Flávia Saraiva à gigantes como Formiga e Marta (Que diga-se de passagem é uma camisa 10 bem melhor que o Neymar)






   Além disso, o COI publicou as diretrizes para que os atletas transgêneros possam competir sem a necessidade de cirurgia.
  Quando se trata de falar abertamente sobre sua orientação sexual, mais de 40 competidores declararam-se orgulhosos de fazer parte do time LGBT. (rolou até um beijo gay durante o revezamento da tocha!)
  E não para por aí. Se Lea T vai fazer história como a primeira transexual a fazer parte da cerimônia de abertura de um evento olímpico, Camila Barros, também trans, assume posição de liderança frente a uma equipe de voluntários que vão trabalhar diariamente em Copacabana atendendo ao púbico e aos atletas das provas de ciclismo e maratona aquática.
  Enfim, apesar de ainda existirem pontos que precisam de correção (Como é o caso do atleta RACISTA Arthur Nory), desejo toda sorte do mundo aos atletas, porque competência eles já tem.


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